✱ ABRINDO O ARQUIVO DO FARO
Como funciona
Casos, fontes, pontuação e privacidade, sem mistério. Tudo o que o Golpinho faz com suas respostas está explicado aqui.
De onde vêm as situações
O Golpinho tem um banco de 110 situações fictícias e educativas, inspiradas em mecanismos de fraude e procedimentos legítimos do dia a dia. Elas não são denúncias reais nem representam pessoas, bancos ou empresas específicos.
Cada situação tem um enunciado, uma classificação (golpe ou legítimo), o sinal a observar, uma orientação prática e uma referência pública. As fontes, como Febraban, Banco Central, Correios e órgãos públicos, fundamentam os cuidados recomendados; não significam que o órgão tenha analisado aquele cenário inventado.
Ao final da avaliação, você pode abrir as explicações de cada carta e acessar a referência correspondente. O catálogo completo também está no final desta página.
Como as 16 situações são escolhidas
Cada rodada sorteia 16 situações do banco, distribuídas entre cinco assuntos:
- Bancos e cartões
- Pix e boletos
- Compras e entregas
- Mensagens e identidade
- Ofertas e oportunidades
Quatro assuntos trazem três casos e um traz quatro; o assunto com quatro casos varia a cada rodada. Dois dos assuntos com três casos trazem dois golpes e uma situação legítima; os outros dois trazem um golpe e duas legítimas. O assunto com quatro casos tem dois de cada. Assim, toda rodada tem 8 golpes simulados e 8 situações legítimas. O sorteio também equilibra dificuldade: 4 casos fáceis, 8 médios e 4 difíceis.
O sorteio procura variar os mecanismos de fraude, evitando repetir várias versões da mesma armadilha. A dificuldade é uma classificação editorial usada apenas para compor a rodada: casos fáceis têm sinais mais explícitos; casos difíceis exigem atenção a detalhes e situações legítimas plausíveis. A ordem das cartas muda a cada nova rodada. O resultado não depende da ordem em que os casos aparecem.
Como a pontuação funciona
Para cada carta, você decide se a situação descrita é GOLPE ou LEGÍTIMA. Arrastar para a esquerda significa golpe; para a direita, legítimo. Depois da primeira carta, você também pode usar os botões e as setas do teclado.
Uma classificação correta vale um acerto. A pontuação vai de zero a 16. Não há pesos adicionais por área ou velocidade; acertar um caso vale o mesmo que acertar outro. Você pode voltar uma carta para corrigir uma resposta antes de concluir.
Como o Farômetro é calculado
O radar apresenta cinco eixos, um por assunto. Em cada eixo, o centro representa zero acertos e a borda representa todos os casos daquele assunto (quatro ou cinco). O polígono liga seus acertos nas cinco áreas.
Além do total, distinguimos golpes percebidos, interações legítimas reconhecidas, golpes que passaram despercebidos e falsos alarmes. O percentual destacado no comprovante é calculado assim:
O Faro pode apresentar uma descrição educativa do desempenho, mas isso não é diagnóstico, certificação nem previsão de chance real de sofrer um golpe. Os 16 cenários são apenas uma amostra construída para aprendizado. O radar animado da página inicial é uma demonstração com números fictícios, não dados de visitantes.
O comprovante e o link compartilhável
Terminada a avaliação, o navegador calcula os números e apresenta o Boletim do Faro, acompanhado de três orientações, de um destaque para prestar atenção e da revisão das 16 situações com suas fontes.
O sistema salva no Cloudflare D1 apenas um resumo anônimo e imutável: totais, cinco áreas, três orientações, um destaque, número do boletim e data. Cada boletim ganha um link aleatório /faro/... que pode ser aberto por qualquer pessoa com a URL, sem cadastro.
O link não contém nem recupera as 16 respostas individuais. O PNG do comprovante pode ser salvo no dispositivo. O boletim público permanece disponível enquanto o serviço mantiver os dados armazenados; atualmente não há expiração automática configurada.
Perguntas frequentes
O Golpinho mede meu risco real de cair em golpes?
Não. É um teste educativo de percepção sobre cenários específicos, e não uma avaliação científica de vulnerabilidade ou uma promessa de segurança.
Por que algumas situações parecem suspeitas, mas são legítimas?
Porque reconhecer um procedimento legítimo também faz parte de analisar os sinais. Um canal oficial aberto por você e uma cobrança confirmada no aplicativo são diferentes de links enviados por desconhecidos, mesmo quando envolvem o mesmo assunto.
Posso refazer o teste?
Sim. Cada nova avaliação seleciona outra combinação de situações. A pontuação de um boletim anterior não muda quando você joga novamente.
Precisa de conta ou pagamento?
Não. O Golpinho é gratuito e não exige nome, e-mail, senha nem cadastro.
Posso compartilhar meu Farômetro?
Sim. Quem recebe seu link vê o resumo do boletim. Não vê os 16 votos que você deu a cada situação.
Estatísticas opcionais: com sua permissão, o Golpinho pode enviar ao PostHog somente eventos de visita, início, marcos de progresso, término e compartilhamento, sem respostas individuais, código do boletim ou gravações de sessão. Você pode recusar e alterar a preferência em “Privacidade”, no rodapé flutuante. Sem permissão, nenhuma biblioteca do PostHog é carregada.
Privacidade e armazenamento
Suas escolhas ficam com você. Durante o jogo, as respostas das 16 situações ficam no seu navegador. O Golpinho não envia para o servidor uma lista de como você respondeu a cada carta.
Quando você termina, guardamos apenas um resumo do seu resultado: quantas situações acertou, como foi em cada assunto e algumas orientações do Faro. É isso que permite abrir e compartilhar seu comprovante mesmo depois de fechar o site.
O seu aparelho também pode guardar um atalho para o último boletim, para você encontrá-lo novamente na página inicial. Não é preciso criar conta, informar nome ou e-mail.
Para evitar uso abusivo, fazemos verificações temporárias de segurança. O site é hospedado na Cloudflare, que processa as visitas necessárias ao funcionamento do serviço.
O link do boletim é público para quem o receber. A pessoa verá seu resumo, mas não suas respostas individuais. Compartilhe apenas se quiser mostrar o resultado. Atualmente, o Golpinho não oferece uma opção para apagar boletins já salvos.
Todas as 110 situações
Este é o inventário editorial do Golpinho, gerado diretamente a partir do banco de casos do jogo. Ele inclui os cinco assuntos, a classificação, os sinais, os cuidados e as fontes de cada cenário.
Atenção: abrir os casos abaixo revela respostas e pode tirar a surpresa do teste.
Bancos e cartões 21 SITUAÇÕES
O código que você mesmo pediuConta
Você abriu por conta própria o aplicativo oficial do banco e iniciou a recuperação da sua senha. Recebeu um código por SMS e digitou esse código dentro do próprio aplicativo. Ninguém pediu o código por telefone ou mensagem.
Por quê: Neste contexto, usar no aplicativo oficial um código solicitado por você não equivale a entregá-lo a um golpista.
Sinal: Foi você quem iniciou o processo; o código ficou no aplicativo oficial.
O que fazer: Nunca repasse o código para atendentes, contatos de WhatsApp, sites recebidos por link ou quem ligou para você.
Referência: Febraban — Golpe do link falso (phishing) ↗
Um login desconhecidoSegurança
Você abre por conta própria o aplicativo oficial do banco. No histórico de segurança, aparece uma tentativa de login recusada que você não reconhece. Nenhum contato pediu senha, código ou clique em link.
Por quê: O alerta dentro do aplicativo oficial pode ser verdadeiro. Isso NÃO significa que sua conta esteja segura: uma tentativa desconhecida merece atenção.
Sinal: O aviso foi visto no histórico oficial, não em ligação, SMS ou link recebido.
O que fazer: Revise dispositivos conectados, troque a senha se necessário, ative autenticação adicional e procure o banco pelos canais oficiais.
Referência: Febraban — Golpe da falsa central de atendimento ↗
A cobrança que você reconheceAssinatura
Você abre por conta própria o aplicativo oficial de um serviço que assina. Na área autenticada, confere a mensalidade recorrente no valor e data previstos. Ninguém pediu seus dados por mensagem.
Por quê: Uma cobrança reconhecida, conferida diretamente no serviço contratado, não é por si só um golpe.
Sinal: Valor e data esperados + conferência dentro do canal oficial.
O que fazer: Se aparecer um valor diferente ou uma cobrança inesperada, verifique o extrato e contate o serviço ou banco pelos canais oficiais.
Referência: Febraban — Golpe do link falso ou phishing ↗
A central quer sua senhaConta
Uma pessoa liga dizendo ser do banco e pede sua senha completa para cancelar uma compra desconhecida.
Por quê: Banco não solicita senha em ligação.
Sinal: Ligação recebida exigindo senha.
O que fazer: Desligue e contate a central oficial você mesmo.
Referência: Febraban — Golpe da falsa central ↗
O motoboy do bancoCartões
Um atendente pede para cortar seu cartão sem danificar o chip e entregá-lo a um motoboy.
Por quê: O chip pode continuar utilizável e bancos não recolhem cartões assim.
Sinal: Recolhimento domiciliar do cartão.
O que fazer: Não entregue cartão nem senha; procure o banco.
Referência: Febraban — Golpe do falso motoboy ↗
Instale para se protegerConta
Um suposto atendente exige instalar aplicativo de acesso remoto para resolver invasão na sua conta.
Por quê: Esse software pode dar controle do dispositivo a golpistas.
Sinal: Instalação remota exigida por quem ligou.
O que fazer: Não instale e desligue.
Referência: Febraban — Golpe do acesso remoto ↗
Parece o site do bancoConta
Um link mostra logo do banco, mas termina em 'verifica-conta.info' e pede senha e código SMS.
Por quê: Nome e logotipo não autenticam um domínio externo.
Sinal: Site não oficial solicitando credenciais.
O que fazer: Use o app oficial em vez do link.
Referência: Febraban — Golpe do link falso ↗
Transfira para conta seguraConta
Uma suposta gerente liga dizendo que a conta foi invadida e manda transferir todo o saldo para uma chave Pix indicada.
Por quê: Banco não exige transferência para terceiro como proteção.
Sinal: Pix para conta indicada por quem ligou.
O que fazer: Desligue e procure o banco diretamente.
Referência: Febraban — Golpe da falsa central ↗
Biometria no aplicativoConta
Você inicia uma transferência dentro do aplicativo oficial do banco e confirma por biometria ali mesmo. Não informou códigos nem senhas a terceiros.
Por quê: A autenticação dentro do aplicativo acessado por iniciativa própria é compatível com uma operação legítima.
Sinal: Operação criada e autenticada por você no aplicativo.
O que fazer: Confira destinatário e quantia antes de autorizar.
Referência: Febraban — Golpe da falsa central ↗
Você desligou e conferiuConta
Após ligação sobre suposta compra suspeita, você desliga sem informar nada e verifica o histórico diretamente no aplicativo oficial.
Por quê: Confirmar por canal independente é a reação recomendada.
Sinal: Não houve compartilhamento de dados e a consulta foi feita no aplicativo.
O que fazer: Se encontrar movimentação desconhecida, fale com o banco.
Referência: Febraban — Golpe da falsa central ↗
O cartão venceuCartões
Seu cartão venceu. Você abre o aplicativo oficial do emissor e segue as orientações para inutilizar o cartão por conta própria, sem entregá-lo a ninguém.
Por quê: Inutilizar seu próprio cartão é diferente de ceder cartão e chip a um falso motoboy.
Sinal: Nenhum terceiro recolhe o cartão e ninguém solicita senha.
O que fazer: Nunca entregue cartão ou chip a desconhecidos.
Referência: Febraban — Golpe do falso motoboy ↗
Aumente o limite nesta ligaçãoConta
Alguém liga dizendo ser do seu banco e pede que você informe senha e código SMS para liberar aumento de limite. Você não solicitou alteração.
Por quê: Atendimento que pede senha e código de uso pessoal é tentativa de captura de acesso.
Sinal: Ligação não solicitada + código de autenticação.
O que fazer: Encerre e confira a oferta abrindo você mesmo o aplicativo bancário.
Referência: Febraban — Golpe da falsa central de atendimento ↗
A atualização de emergênciaSegurança
Uma mensagem com logo do banco exige instalar um arquivo enviado por link fora da loja de aplicativos para impedir um bloqueio.
Por quê: O arquivo externo e a urgência são sinais de distribuição fraudulenta de software.
Sinal: Instalação fora da loja indicada por contato desconhecido.
O que fazer: Atualize apenas pela loja oficial e confirme alertas no app do banco.
Referência: Febraban — Golpe do link falso ↗
O gerente mudou a chaveConta
Um suposto gerente escreve pelo WhatsApp dizendo que sua prestação agora deve ser paga via Pix para uma conta pessoal. O contrato continua apontando o banco.
Por quê: A troca de recebedor por mensagem sem confirmação indica desvio de pagamento.
Sinal: Conta pessoal divergente do contrato.
O que fazer: Use o canal oficial do banco para consultar a prestação e o beneficiário.
Referência: Febraban — Golpe do boleto falso ↗
Entregue o cartão em casaCartões
Um homem com crachá de banco bate à porta afirmando que precisa recolher seu cartão e saber a senha para cancelar compras suspeitas.
Por quê: Bancos não exigem entrega domiciliar de cartão e senha dessa forma.
Sinal: Coleta física inesperada de cartão e senha.
O que fazer: Não entregue nada; bloqueie pelos canais oficiais.
Referência: Febraban — Golpe do motoboy ↗
Mostre a tela ao suporteSegurança
Um atendente que ligou sem aviso pede que você compartilhe a tela enquanto acessa o aplicativo bancário para resolver uma transação desconhecida.
Por quê: Compartilhamento permite observar informações e induzir transferências.
Sinal: Terceiro solicitando acesso visual ao app em ligação recebida.
O que fazer: Encerre e procure o atendimento oficial por conta própria.
Referência: Febraban — Golpe do acesso remoto ↗
Limite alterado por vocêConta
Você entra no aplicativo oficial do seu banco, solicita um novo limite e confirma com a biometria do próprio aparelho. Nenhum terceiro participa.
Por quê: A operação foi iniciada dentro do app autêntico e não envolve entrega de credenciais.
Sinal: Solicitação própria no app e confirmação local.
O que fazer: Confira valores e notificações ao finalizar.
Referência: Febraban — Golpe do link falso ↗
Novo cartão no aplicativoCartões
Seu cartão venceu. Ao abrir o aplicativo oficial por iniciativa própria, você encontra a segunda via com entrega no endereço já cadastrado e sem taxa por fora.
Por quê: Reposição autenticada dentro do banco pode ser legítima.
Sinal: Pedido feito por você no canal autenticado.
O que fazer: Acompanhe o pedido pelo próprio aplicativo.
Referência: Febraban — Golpe do motoboy ↗
Bloqueio preventivo de verdadeSegurança
Você percebe um gasto não reconhecido e usa a função Bloquear cartão no próprio aplicativo do banco. Nenhum atendente pede códigos.
Por quê: Um bloqueio acionado por você no app legítimo é um recurso de proteção.
Sinal: Ação iniciada pelo titular no canal oficial.
O que fazer: Conteste a transação e acompanhe o atendimento pelos canais bancários.
Referência: Febraban — Golpe da falsa central de atendimento ↗
Você ligou para o número certoConta
Depois de conferir o telefone no verso do cartão, você liga ao banco, passa por autenticação prevista no canal e pede revisão de uma tarifa.
Por quê: O contato partiu de um canal conferido independentemente e não envolve transferência de dinheiro.
Sinal: Número obtido do cartão e iniciativa do cliente.
O que fazer: Nunca informe senha completa ou código de acesso, mesmo nesse contato.
Referência: Febraban — Golpe da falsa central de atendimento ↗
Uma assinatura no extratoAssinatura
Você vê cobrança mensal de um serviço que contratou. No aplicativo oficial do serviço, o mesmo valor, data e plano aparecem em sua assinatura ativa.
Por quê: Cobranças recorrentes conhecidas, verificadas na origem, não são golpes só por aparecerem no extrato.
Sinal: Valor e assinatura verificados nos dois canais oficiais.
O que fazer: Cancele pelo serviço caso não queira renovar.
Referência: Febraban — Golpe do link falso ↗
Pix e boletos 23 SITUAÇÕES
O boleto mudouCondomínio
Chega por e-mail um boleto com o logotipo do condomínio e pedido de pagamento urgente. Antes de pagar, você vê que o beneficiário não é o mesmo informado nos canais oficiais da administradora, e ela não confirma a mudança.
Por quê: O beneficiário não confere com a cobrança validada pela administradora. Logotipo e aparência do boleto podem ser copiados.
Sinal: Beneficiário divergente + urgência sem confirmação da administradora.
O que fazer: Não pague. Consulte o CNPJ/CPF do recebedor mostrado pelo banco e peça uma segunda via pelos contatos conhecidos da administradora.
Referência: Febraban — Golpe do falso boleto ↗
O valor que não chegouPix
Um comprador mostra um comprovante de Pix AGENDADO para amanhã e quer levar seu celular usado agora. Você confere o extrato e vê que nenhum valor entrou na sua conta.
Por quê: Pix agendado não é dinheiro recebido. O agendamento pode ser cancelado antes de a transação acontecer.
Sinal: Comprovante de agendamento em vez de crédito confirmado.
O que fazer: Não entregue o produto antes de verificar o crédito efetivo no extrato do seu banco.
Referência: Banco Central — Pix Agendado: golpes e confirmação do crédito ↗
Beneficiário mudouCondomínio
Um e-mail exige boleto urgente em nome de terceiro; ao consultar o portal oficial da administradora, o beneficiário não confere.
Por quê: Beneficiário divergente da cobrança oficial.
Sinal: CPF/CNPJ diferente do emissor validado.
O que fazer: Não pague; solicite segunda via oficial.
Referência: Febraban — Golpe do falso boleto ↗
QR colado por cimaPix
Há adesivo sobre QR impresso do estacionamento, e o banco mostra recebedor sem ligação com a empresa.
Por quê: Código adulterado pode redirecionar pagamento.
Sinal: Adesivo e recebedor desconhecido.
O que fazer: Interrompa e confirme com o estabelecimento.
Referência: Procon-SP — QR Code Pix adulterado ↗
Valor certo, destino erradoPix
QR de loja mostra valor correto, mas no banco o destinatário é pessoa desconhecida sem relação com vendedor ou processador.
Por quê: Valor certo não elimina desvio para terceiro.
Sinal: Recebedor do Pix divergente.
O que fazer: Confirme destinatário antes de pagar.
Referência: Procon-SP — QR Code Pix adulterado ↗
Devolve noutra chavePix
Alguém deposita R$ 400 por engano e pede devolução para outra chave, embora a função Devolver da transação esteja disponível.
Por quê: Nova transferência a terceiro pode causar prejuízo e fraude.
Sinal: Chave diferente da origem.
O que fazer: Use somente a função Devolver da transação original.
Referência: Banco Central — Vítima fez um Pix e caiu em um golpe ↗
Print é pagamento?Pix
Comprador mostra comprovante de Pix agendado para amanhã e quer levar celular agora; extrato segue sem crédito.
Por quê: Agendamento não equivale a pagamento recebido.
Sinal: Comprovante de agendamento sem crédito.
O que fazer: Espere constar em extrato.
Referência: Banco Central — Pix Agendado ↗
Você agendou no próprio bancoPix
Dentro do aplicativo oficial do banco, você agenda o pagamento de amanhã. A operação aparece claramente como agendada, não como paga.
Por quê: Agendar um Pix é um recurso legítimo; o dinheiro só será transferido na data definida.
Sinal: Agendamento feito por você e status apresentado corretamente.
O que fazer: Confira o extrato após a data marcada; não use o agendamento como comprovante de pagamento.
Referência: Banco Central — Pix Agendado ↗
O Pix apareceu no extratoPix
Você vendeu um livro e, sem confiar em prints, confere no seu aplicativo bancário que o crédito entrou na sua conta, com o valor esperado.
Por quê: O extrato do seu banco é o meio adequado para confirmar recebimento.
Sinal: Crédito efetivo confirmado dentro do banco.
O que fazer: Confira valor e histórico antes de entregar o item.
Referência: Banco Central — Pix Agendado ↗
O beneficiário confereBoletos
Você gera o boleto na área autenticada da escola. Antes de pagar, o banco exibe o nome e CNPJ do recebedor exatamente como informado pela instituição.
Por quê: Conferir o beneficiário no canal oficial e no pagamento é comportamento recomendado.
Sinal: Dados do destinatário conferidos com o emissor verdadeiro.
O que fazer: Nunca pague boleto com dados divergentes sem confirmar com a instituição.
Referência: Febraban — Golpe do falso boleto ↗
Devolução para a origemPix
Você recebe um Pix legítimo por engano, confirma no extrato e usa a função Devolver daquela transação para enviar à conta original.
Por quê: Devolver pela operação original é a alternativa recomendada pelo Banco Central.
Sinal: Devolução dentro da própria transação, para mesma origem.
O que fazer: Não faça novo Pix para outra chave indicada por quem entrou em contato.
Referência: Banco Central — Vítima fez um Pix e caiu em um golpe ↗
QR com recebedor confirmadoPix
Você escaneia um QR no caixa. No banco, o valor e o nome/CNPJ do recebedor são confirmados com os dados da empresa antes de pagar.
Por quê: QR Code não é golpe por si só quando o recebedor da transação foi conferido.
Sinal: Destinatário e valor validado pelo estabelecimento.
O que fazer: Pare se o banco indicar nome ou CNPJ inesperado.
Referência: Procon-SP — QR Code Pix adulterado ↗
Pix recorrente autorizadoPix
Você configurou um Pix agendado recorrente em seu aplicativo bancário e vê ali os valores e datas que cadastrou.
Por quê: Agendamentos são recursos disponíveis e não representam fraude só por existirem.
Sinal: Agendamento criado por você, visível em seu banco.
O que fazer: Revise os agendamentos para identificar operações que você não reconheça.
Referência: Banco Central — Pix Agendado ↗
Mensalidade com recebedor novoBoletos
Um e-mail parecido com o da escola envia boleto atualizado. No app do banco, o beneficiário é uma pessoa física desconhecida; a escola não comunicou troca.
Por quê: O beneficiário não coincide com a instituição contratada.
Sinal: Recebedor diferente do informado pela escola.
O que fazer: Solicite a segunda via pelo portal da instituição e confira quem recebe.
Referência: Febraban — Golpe do boleto falso ↗
O QR da barraca foi trocadoPix
Você paga em uma barraca lendo QR impresso, mas o banco mostra um nome pessoal que o vendedor afirma desconhecer. Ele diz para pagar mesmo assim.
Por quê: O QR pode ter sido substituído para redirecionar fundos.
Sinal: Recebedor exibido diverge do vendedor.
O que fazer: Não confirme e peça o código correto ou outro meio de pagamento.
Referência: Procon-SP — Golpe que altera o QR Code do Pix ↗
Devolva pelo número novoPix
Uma pessoa desconhecida envia mensagem dizendo que fez Pix errado e pede devolução para a chave do amigo. O extrato mostra que o valor recebido veio de outra conta.
Por quê: A devolução para chave diferente pode integrar fraude de triangulação.
Sinal: Chave solicitada diferente da conta de origem.
O que fazer: Use a função Devolver da transação original no próprio banco.
Referência: Banco Central — Vítima fez um Pix e caiu em golpe ↗
Ajuda depois da enchentePix
Uma mensagem em grupo pede doação urgente por Pix para campanha pública, mas a chave pertence a pessoa não vinculada à organização e não consta nos canais oficiais.
Por quê: Campanhas verdadeiras podem ser imitadas; recebedor sem vínculo e canal não confirmado tornam o pedido suspeito.
Sinal: Chave não publicada pela entidade anunciada.
O que fazer: Doe somente após confirmar campanha e destinatário diretamente com a instituição.
Referência: Banco Central — Segurança no Pix ↗
Pagamento feito, confia!Pix
Ao vender sua bicicleta, o comprador mostra uma tela com Pix em processamento e quer levar o item. Você consulta a conta e não encontra o crédito.
Por quê: Tela exibida por comprador não substitui entrada efetiva de dinheiro.
Sinal: Ausência de crédito no extrato do vendedor.
O que fazer: Entregue somente depois de confirmar recebimento.
Referência: Banco Central — Segurança no Pix ↗
QR confirmado na lojaPix
Você escaneia o QR apresentado pelo caixa; antes de confirmar, verifica valor, nome e CNPJ da loja na tela do banco. Os dados batem com a compra.
Por quê: No contexto descrito o pagamento é conferido em canal legítimo e ao destinatário correto.
Sinal: Recebedor verificado antes de autorizar.
O que fazer: Ainda confira a finalização e o recibo depois.
Referência: Procon-SP — Golpe que altera o QR Code do Pix ↗
Boleto no portal da escolaBoletos
Você entra diretamente no portal conhecido da escola, autentica sua conta e baixa a mensalidade; nome e CNPJ do beneficiário coincidem com o contrato.
Por quê: A cobrança foi conferida independentemente e seu destinatário corresponde ao credor.
Sinal: Portal oficial e beneficiário coerente.
O que fazer: Guarde comprovante e confirme alterações pelo atendimento oficial.
Referência: Febraban — Golpe do boleto falso ↗
Devolução pela própria transaçãoPix
Você recebeu Pix indevido e usa o comando Devolver, vinculado àquela transação dentro do aplicativo bancário; nenhum desconhecido pede transferência separada.
Por quê: A função de devolução da transação original evita enviar dinheiro a uma conta indicada por terceiros.
Sinal: Devolução vinculada ao Pix recebido.
O que fazer: Não faça um segundo Pix como substituto.
Referência: Banco Central — Vítima fez um Pix e caiu em golpe ↗
O agendamento que você reconhecePix
Você agenda um Pix para pagar seu curso e confere data e destinatário no banco. O app mostra agendado, sem dizer que o dinheiro já saiu.
Por quê: Agendar por iniciativa própria não equivale a falsificar um pagamento recebido.
Sinal: Agendamento autoral e status claro.
O que fazer: Acompanhe execução e saldo na data escolhida.
Referência: Banco Central — Segurança no Pix ↗
Doação conferida no sitePix
Você digita o endereço oficial de uma entidade que já conhece e escolhe sua chave publicada ali. O banco confirma o nome da mesma entidade antes do Pix.
Por quê: No cenário há verificação independente da origem e do beneficiário.
Sinal: Chave pública da entidade + titular correspondente.
O que fazer: Confira sempre a instituição e o valor antes de enviar.
Referência: Banco Central — Segurança no Pix ↗
Compras e entregas 24 SITUAÇÕES
Seu pacote ficou retidoEntrega
Você recebe um SMS: “Tentamos entregar seu pacote. Regularize a taxa de R$ 3,49 em rastreio-objetos-seguro.info”. A mensagem leva direto a uma página de pagamento fora do site oficial.
Por quê: A cobrança chega por um link externo, que não é um canal oficial dos Correios. Esse é o padrão de uma falsa taxa de entrega.
Sinal: Link de cobrança recebido por SMS, em domínio estranho.
O que fazer: Não abra o link. Digite você mesmo o endereço dos Correios ou abra o aplicativo oficial e consulte o rastreamento.
Referência: Correios — Segurança da informação: mensagens e taxas falsas ↗
A compra que não foi aprovadaLoja
Você abre por conta própria o aplicativo oficial da loja onde comprou. Dentro da área autenticada de pedidos, aparece “pagamento recusado”. Ninguém te pediu Pix, taxa ou acesso por link externo.
Por quê: O registro de recusa no canal oficial, sozinho, não é sinal de golpe. Uma compra pode ser recusada por motivos comuns de pagamento.
Sinal: A consulta é feita diretamente na área de pedidos do aplicativo oficial, sem redirecionamento.
O que fazer: Se houver dúvidas, resolva dentro do próprio aplicativo ou pelos contatos oficiais da loja. Nunca pague taxas enviadas por mensagem.
Referência: Febraban — Golpe do link falso ou phishing ↗
O dinheiro está quase liberadoMarketplace
Você vendeu um videogame. O comprador manda um print dizendo que pagou, mas afirma que você precisa fazer um Pix de R$ 59 por fora para a plataforma “liberar o recebimento”. A cobrança não aparece dentro do aplicativo oficial.
Por quê: Exigir um Pix externo para liberar o valor de uma venda é um padrão de golpe. Print de comprovante não substitui o status real da plataforma.
Sinal: Taxa surpresa para receber + cobrança fora do aplicativo.
O que fazer: Não pague. Confira a venda na área autenticada da plataforma e fale com o suporte oficial se necessário.
Referência: OLX — Central de Ajuda — Está querendo fazer uma venda? ↗
Seu CPF será negativadoEncomendas
Uma mensagem atribuída à Receita ameaça perder sua encomenda e negativar CPF se não pagar uma chave Pix enviada por SMS.
Por quê: A Receita não cobra liberação por Pix em mensagens nem ameaça negativação dessa forma.
Sinal: Ameaça de negativação em SMS.
O que fazer: Consulte rastreamento pelos canais oficiais.
Referência: Receita Federal — É Golpe? Encomendas internacionais ↗
A promoção é imperdívelCompras
Perfil recém-criado vende videogame novo por um terço do preço, só aceita Pix para CPF não identificado e não tem empresa verificável.
Por quê: Preço irreal com recebedor não verificável é forte sinal de falsa venda.
Sinal: Pix pessoal e identidade desconhecida.
O que fazer: Pesquise o vendedor antes de pagar.
Referência: Febraban — Golpe da falsa venda ↗
A maquininha sem visorDelivery
Seu pedido já foi pago pelo aplicativo, mas entregador exige novo pagamento em maquininha cuja tela não mostra valor.
Por quê: Pagamento duplicado e valor oculto são sinais de fraude.
Sinal: Valor invisível e cobrança inesperada.
O que fazer: Não passe o cartão; verifique no aplicativo.
Referência: Febraban — Golpe da maquininha quebrada ↗
Suporte chamou por foraMarketplace
Após anunciar notebook, chega link externo exigindo taxa Pix para a OLX liberar o pagamento.
Por quê: OLX não cobra taxa externa de liberação.
Sinal: Taxa por link enviado por terceiros.
O que fazer: Confira Minhas vendas no app.
Referência: OLX — Golpe do falso pagamento ↗
Eles sabem seu CPFEncomendas
SMS exibe nome, CPF e código real da encomenda mas cobra por link fora dos Correios.
Por quê: Dados verdadeiros não tornam seguro link de cobrança.
Sinal: Dados pessoais usados para legitimar link externo.
O que fazer: Consulte Minhas Importações diretamente.
Referência: Receita Federal — É Golpe? Encomendas internacionais ↗
O pacote será descartadoCompras
Após compra paga, um perfil exige taxa de reenvio via mensagem e ameaça descartar o pacote.
Por quê: Taxa de reenvio inesperada é padrão de venda/rastreio falso.
Sinal: Cobrança fora do pedido.
O que fazer: Verifique apenas pelo canal oficial da loja.
Referência: Receita Federal — Compras em sites falsos ↗
Pedido no aplicativo certoCompras
Você digita o endereço oficial da loja e, dentro da sua conta, vê o pedido e o status de separação. Ninguém pediu pagamento por mensagem.
Por quê: O acompanhamento pelo canal original da compra é diferente de seguir links de lojas falsas.
Sinal: Pedido consultado dentro do endereço conhecido.
O que fazer: Ignore cobrança surpresa recebida fora do aplicativo.
Referência: Febraban — Golpe da falsa venda ↗
Taxa de importação de verdadeEncomendas
Sem clicar em SMS, você entra na área Minhas Importações dos Correios pelo site oficial e vê uma cobrança vinculada ao rastreamento, pagando no próprio serviço.
Por quê: Encomendas importadas podem exigir tributos; o canal acessado e a cobrança precisam ser oficiais.
Sinal: Cobrança registrada em ambiente dos Correios, acessado diretamente.
O que fazer: Confira rastreio e valores no canal oficial antes de pagar.
Referência: Receita Federal — É Golpe? Encomendas internacionais ↗
Pagamento na entrega sem surpresaDelivery
Seu pedido foi combinado para pagamento na entrega. A maquininha mostra o valor correto na tela, e você confere antes de aproximar o cartão.
Por quê: Uma cobrança prevista, verificável e com visor legível não corresponde ao golpe de cobrança extra.
Sinal: Valor esperado visível em operação autorizada.
O que fazer: Confira valor antes de encostar seu cartão.
Referência: Febraban — Golpe da maquininha quebrada ↗
Venda confirmada no aplicativoMarketplace
Após anunciar uma cadeira, você entra por conta própria no aplicativo da plataforma e encontra o registro da venda. Não foi cobrada taxa para receber.
Por quê: Conferir a venda dentro da plataforma reduz o risco de falso comprovante e taxa externa.
Sinal: Registro na conta oficial, sem taxa de liberação.
O que fazer: Verifique as condições do serviço antes de entregar o produto.
Referência: OLX — Golpe do falso pagamento ↗
Um desconto pode ser realCompras
Um anúncio tem desconto enorme; você ignora o link, abre o aplicativo autêntico da loja e encontra o mesmo preço e o produto disponível no checkout oficial.
Por quê: Preço baixo isoladamente não comprova fraude quando a compra é confirmada por canal independente.
Sinal: Preço e oferta verificados dentro da loja real.
O que fazer: Continue conferindo vendedor e formas de pagamento.
Referência: Febraban — Golpe da falsa venda ↗
Frete por fora para liberar vendaMarketplace
Após vender um console numa plataforma, alguém se passando pelo suporte exige taxa de frete por Pix em conversa particular. Não existe cobrança no app.
Por quê: Cobranças externas para liberar venda são sinal clássico de falsa intermediação.
Sinal: Pedido de Pix por fora e ausência de cobrança no app.
O que fazer: Verifique o fluxo de venda dentro da plataforma.
Referência: OLX — Está querendo fazer uma venda? ↗
Ingresso só no printIngressos
Você compra ingresso de um desconhecido, que oferece apenas captura de tela do QR e se recusa a transferir titularidade pelo sistema autorizado.
Por quê: Imagem pode ser duplicada e usada antes por outra pessoa.
Sinal: Somente print e ausência de transferência rastreável.
O que fazer: Prefira emissão ou transferência pelo sistema do organizador.
Referência: Ministério da Justiça — Regras de comercialização e revenda de ingressos ↗
A reserva exige sinal imediatoHospedagem
Um anunciante manda fotos de apartamento de temporada, recusa visita e exige Pix em nome de terceiro para segurar a data em 15 minutos.
Por quê: Exigência de pagamento a terceiro sem verificação do imóvel é um sinal de falso aluguel.
Sinal: Imóvel não verificável + terceiro recebedor + pressa.
O que fazer: Confirme anúncio e titularidade por canais verificáveis antes de pagar.
Referência: Polícia Civil do Paraná — Falso aluguel: como evitar ↗
Seu pedido sumiuLoja
Um SMS diz que seu pedido foi cancelado e pede login num endereço parecido com o da loja. Você não encontra a mensagem no app oficial.
Por quê: Página falsa tenta capturar credenciais usando um pedido como pretexto.
Sinal: Link externo incompatível com o aplicativo autêntico.
O que fazer: Abra o aplicativo diretamente para consultar sua compra.
Referência: Febraban — Golpe do link falso ↗
Taxa extra do entregadorEntrega
Um suposto transportador envia mensagem exigindo Pix para liberar encomenda nacional, com chave pessoal e ameaça de descarte; o rastreio da transportadora não menciona isso.
Por quê: Cobrança externa e ameaça sem registro no transportador indicam fraude.
Sinal: Taxa fora do rastreio oficial e chave pessoal.
O que fazer: Use apenas o portal de rastreio conhecido.
Referência: Receita Federal — Golpes envolvendo encomendas internacionais ↗
Ingresso transferido oficialmenteIngressos
Você recebe a transferência de um ingresso dentro da conta autenticada do serviço emissor; o sistema apresenta novo titular e histórico no seu próprio login.
Por quê: A transferência rastreada no canal emissor é o procedimento apropriado descrito.
Sinal: Ingresso acessível no cadastro próprio do serviço.
O que fazer: Confira regras do evento e validade no aplicativo.
Referência: Ministério da Justiça — Regras de comercialização e revenda de ingressos ↗
Reserva protegida no aplicativoHospedagem
Você reserva hospedagem numa plataforma conhecida por meio de sua conta e recebe confirmação dentro do app. O anfitrião não pede Pix adicional.
Por quê: A transação acontece no fluxo de reserva confirmado, sem desvio para pagamento pessoal.
Sinal: Reserva registrada e cobrada dentro da plataforma.
O que fazer: Siga as regras do canal contratado e confira o endereço.
Referência: Polícia Civil do Paraná — Falso aluguel: como evitar ↗
Estorno que apareceu no appLoja
Após cancelar um pedido, você acessa o aplicativo oficial e vê o estorno para o mesmo cartão usado na compra, sem passar códigos para ninguém.
Por quê: Um estorno no meio de pagamento original, consultado por você, é procedimento legítimo.
Sinal: Crédito no cartão original e registro na conta oficial.
O que fazer: Acompanhe o prazo bancário previsto.
Referência: OLX — Falso pagamento ↗
Objeto em rota de entregaEntrega
Você digita por conta própria o código no site oficial dos Correios e vê a encomenda em rota. Não há botão de cobrança nem mensagem exigindo ação.
Por quê: Atualização logística conferida na fonte não é golpe por si só.
Sinal: Rastreio consultado por iniciativa própria.
O que fazer: Não confie em links ou cobranças enviados por terceiros.
Referência: Receita Federal — Golpes envolvendo encomendas internacionais ↗
Venda recebida de verdadeMarketplace
O pagamento de seu item aparece como aprovado na sua área autenticada de vendas, incluindo etiqueta gerada pela própria plataforma, sem contato fora dela.
Por quê: A confirmação é verificada diretamente no sistema de intermediação.
Sinal: Status interno da venda e etiqueta oficial.
O que fazer: Siga o procedimento de entrega indicado pela plataforma.
Referência: OLX — Falso pagamento ↗
Mensagens e identidade 21 SITUAÇÕES
Mãe, troquei de númeroWhatsApp
Um número desconhecido usa a foto da sua mãe e pede R$ 870 via Pix. Diz que trocou de celular, está sem acesso ao antigo e não pode atender uma ligação de confirmação.
Por quê: O pedido de dinheiro por um contato novo, com urgência e sem confirmação independente, é um padrão conhecido de golpe de falsa identidade.
Sinal: Número novo + pedido de Pix + recusa de confirmação por telefone.
O que fazer: Não transfira. Ligue para o número antigo ou confirme pessoalmente com o familiar.
Referência: Febraban — Golpe do WhatsApp ↗
Prova de vida com selfieINSS
Um SMS diz que seu benefício será cortado hoje se você não enviar foto do RG e selfie em um link.
Por quê: INSS não pede envio de documentos dessa forma.
Sinal: Ameaça de corte e documentos por link.
O que fazer: Verifique no Meu INSS ou 135.
Referência: INSS — Alerta sobre falsa prova de vida ↗
Confirme com seu códigoWhatsApp
Um falso suporte de loja pede o código de seis dígitos recebido no WhatsApp para atualizar cadastro.
Por quê: Códigos de autenticação não devem ser entregues a terceiros.
Sinal: Pedido de código de segurança.
O que fazer: Não compartilhe código e ative verificação em duas etapas.
Referência: Febraban — Golpe do WhatsApp ↗
O aviso pede senhaINSS
Conta com foto do governo, sem selo, manda link de prova de vida e exige senha gov.br para evitar suspensão.
Por quê: A comunicação legítima do INSS não pede senha nem links de regularização.
Sinal: Senha solicitada na conversa.
O que fazer: Confira no gov.br ou no Meu INSS.
Referência: INSS — Prova de Vida: perguntas e respostas ↗
O governo mandou WhatsApp?INSS
Uma conta verificada do Governo do Brasil envia aviso de prova de vida sem links nem pedido de dados. A mesma mensagem aparece na Caixa Postal do aplicativo gov.br.
Por quê: O INSS pode enviar comunicações informativas por conta verificada, desde que sem pedidos de dados nem regularização por link.
Sinal: Aviso verificado e repetido na Caixa Postal gov.br.
O que fazer: Acesse gov.br por conta própria; não informe documentos ou senhas por conversa.
Referência: INSS — Prova de Vida: perguntas e respostas ↗
Prova de vida no Meu INSSINSS
Você abre o Meu INSS por conta própria, vê sua situação de prova de vida e nenhuma cobrança é exigida.
Por quê: O Meu INSS é canal oficial para consultar esse procedimento.
Sinal: Consulta iniciada no serviço oficial.
O que fazer: Na dúvida, consulte Meu INSS ou ligue 135.
Referência: INSS — Prova de Vida: perguntas e respostas ↗
Era mesmo sua prima?WhatsApp
Um número novo diz ser sua prima. Você liga para o telefone antigo que já conhece e ela confirma a mudança de número, sem pedir Pix ou dados.
Por quê: Confirmação independente evita classificar toda mudança de número como golpe.
Sinal: Identidade confirmada usando o contato antigo.
O que fazer: Se houver pedido de dinheiro, valide novamente por outro meio.
Referência: Febraban — Golpe do WhatsApp ↗
Sua ação foi ganha: pague agoraJustiça
Um número novo usa foto e dados do seu advogado e diz que sua indenização está liberada, mas exige Pix para custas urgentes numa conta de terceiro.
Por quê: Golpistas se passam por advogados e usam dados reais do processo para cobrar falsos valores.
Sinal: Novo número, pagamento urgente e beneficiário estranho.
O que fazer: Ligue ao escritório usando contato antigo e confira no processo oficial.
Referência: Polícia Civil do Paraná — Golpe do falso advogado ↗
Seu presente está na alfândegaRelacionamentos
Um relacionamento online de poucas semanas envia foto de mala com presentes e pede transferência para liberar o envio no Brasil.
Por quê: É o padrão documentado do golpe do amor com falsa remessa internacional.
Sinal: Pessoa conhecida só pela internet cobra liberação da suposta encomenda.
O que fazer: Não transfira e confira orientações nos canais oficiais.
Referência: Receita Federal — Golpe do amor ↗
A dívida vence em meia horaGoverno
Uma conta com selo visual do governo envia WhatsApp ameaçando bloquear CPF e oferece Pix com 60% de desconto num site não governamental.
Por quê: Órgãos oficiais não exigem pagamento de dívidas por WhatsApp em sites improvisados.
Sinal: WhatsApp com ameaça de bloqueio e link fora de gov.br.
O que fazer: Consulte débito digitando o site oficial da administração pública.
Referência: CISC / Governo Federal — Mensagens que se passam por entidades do governo ↗
O fiscal da previdência chegouINSS
Uma pessoa aparece sem aviso com crachá do INSS e pede foto de documento e acesso ao seu celular para atualizar a prova de vida.
Por quê: O INSS alerta para falsos agentes em visitas surpresa pedindo dados pessoais.
Sinal: Visita inesperada e coleta de dados ou celular.
O que fazer: Não permita acesso; confirme no Meu INSS ou pelo 135.
Referência: INSS — Falsos agentes do INSS na casa de segurados ↗
A voz parece a do seu irmãoWhatsApp
Um número desconhecido manda áudio com voz parecida à do seu irmão e pede Pix urgente. Na ligação para o número conhecido dele, ele nega o pedido.
Por quê: Identidade do solicitante foi negada pela fonte verdadeira; áudio semelhante não confirma autoria.
Sinal: Canal novo + solicitação negada ao confirmar independentemente.
O que fazer: Nunca confie apenas em áudio; use contato antigo para verificar.
Referência: Febraban — Golpe da falsa central de atendimento ↗
Bolsa para começar amanhãEducação
Um perfil que usa a marca da universidade promete bolsa integral, mas exige Pix para confirmar matrícula, sem registro no portal oficial da instituição.
Por quê: A proposta não existe no canal acadêmico e exige pagamento a terceiro.
Sinal: Inscrição paralela e taxa surpresa sem confirmação oficial.
O que fazer: Confirme o processo seletivo no site verdadeiro da instituição.
Referência: CISC / Governo Federal — Mensagens que se passam por entidades do governo ↗
O presente retido custa R$ 480Relacionamentos
Um contato virtual diz que a Receita reteve um presente caro e envia QR Pix de uma conta pessoal para liberar a alfândega.
Por quê: A Receita alerta para remessas inexistentes e falsas cobranças no golpe do amor.
Sinal: QR de pessoa física para liberação de presente internacional.
O que fazer: Não pague e confira qualquer remessa pelos canais oficiais.
Referência: Receita Federal — Golpe do amor ↗
Seu advogado marcou uma reuniãoJustiça
Você liga para o telefone antigo do escritório, confirma uma reunião presencial e recebe o mesmo horário no e-mail institucional já cadastrado. Não existe cobrança de liberação.
Por quê: A comunicação foi confirmada por contato independente já conhecido.
Sinal: Horário coincidente no escritório real e sem Pix adicional.
O que fazer: Continue validando informações processuais no canal conhecido.
Referência: Polícia Civil do Paraná — Golpe do falso advogado ↗
A pessoa fez uma videochamadaRelacionamentos
Você conversa por vídeo com um conhecido que já encontrou pessoalmente. Ele manda apenas o local combinado para uma confraternização; não pede dinheiro ou códigos.
Por quê: Um convite normal de pessoa identificada e sem transação não é golpe nas condições descritas.
Sinal: Identidade e convite verificados sem pedido financeiro.
O que fazer: Se surgir solicitação inesperada, confirme por canal independente.
Referência: Receita Federal — Golpe do amor ↗
Você abriu o portal oficialGoverno
Sem clicar em links recebidos, você digita o endereço gov.br no navegador, entra em serviço autenticado e vê suas informações cadastrais sem cobrança por WhatsApp.
Por quê: Uma consulta iniciada pelo cidadão no portal correto é diferente de mensagem falsa cobrando dívida.
Sinal: Endereço oficial digitado por você e nenhuma cobrança externa.
O que fazer: Use sempre serviços oficiais e verifique o domínio.
Referência: CISC / Governo Federal — Mensagens que se passam por entidades do governo ↗
Benefício consultado no Meu INSSINSS
Sua avó abre o aplicativo oficial Meu INSS com ajuda da família e verifica o extrato de pagamento. Ninguém visita a casa para coletar documentos.
Por quê: Consulta autenticada em aplicativo legítimo não implica tentativa de golpe.
Sinal: Iniciativa da segurada e dados vistos no app oficial.
O que fazer: Não entregue senhas ou documentos a visitantes inesperados.
Referência: INSS — Falsos agentes do INSS na casa de segurados ↗
O novo número foi confirmadoWhatsApp
Sua tia avisa que mudou de telefone. Você liga ao número antigo, ela atende e confirma a mudança. A conversa não pede transferências.
Por quê: Contato novo por si só não é fraude, desde que a identidade tenha sido confirmada.
Sinal: Confirmação pelo número anterior e ausência de pedido financeiro.
O que fazer: Repita essa validação sempre que pedirem dinheiro inesperadamente.
Referência: Febraban — Golpe do link falso ↗
Mensagem da escola no portalEducação
A escola envia um aviso de reunião no grupo de responsáveis. A mesma informação já está no aplicativo oficial e não há pedido de Pix nem link de login.
Por quê: A informação foi confirmada por canal independente e não pede dados ou pagamento.
Sinal: Aviso duplicado no app autenticado da escola.
O que fazer: Para pagamentos, consulte exclusivamente o portal escolar.
Referência: CISC / Governo Federal — Mensagens que se passam por entidades do governo ↗
O voo mudou mesmoViagem
Você recebe aviso de alteração de voo e verifica por conta própria no aplicativo da companhia. A nova hora aparece na reserva; ninguém cobra taxa por mensagem.
Por quê: Atualização logística conferida no app do prestador pode ser legítima.
Sinal: Mudança visível na reserva autenticada.
O que fazer: Altere reservas somente pelo canal oficial da companhia.
Referência: Febraban — Golpe do link falso ↗
Ofertas e oportunidades 21 SITUAÇÕES
A vaga dos sonhosEmprego
Um suposto recrutador oferece trabalho remoto com salário alto, mas exige um Pix imediato para “reservar a vaga” e promete devolver o valor depois da contratação.
Por quê: A cobrança antecipada de Pix para viabilizar uma suposta contratação é um padrão documentado de falsa vaga.
Sinal: Pagar para garantir uma vaga + promessa de devolução.
O que fazer: Não pague. Verifique a oportunidade no site oficial da empresa e entre em contato com seu RH por um número obtido independentemente.
Referência: Polícia Civil de Mato Grosso do Sul — Alerta: golpe de falsa vaga de trabalho ↗
Taxa para liberar créditoCrédito
Uma financeira desconhecida aprova empréstimo mas pede Pix antecipado para liberar o dinheiro.
Por quê: Cobrança antecipada é padrão de falso empréstimo.
Sinal: Pix antes de receber crédito.
O que fazer: Não transfira; verifique o ofertante.
Referência: Febraban — Golpe do falso empréstimo ↗
Dobra em uma semanaInvestimentos
Um grupo promete dobrar qualquer aporte em sete dias, sem risco, e cobra depósito imediato.
Por quê: Promessa de retorno extraordinário garantido é sinal clássico de fraude.
Sinal: Lucro certo em prazo curtíssimo.
O que fazer: Não deposite; pesquise a instituição.
Referência: Febraban — Golpe do falso investimento ↗
Curso obrigatório para contrataçãoEmprego
Um recrutador diz que você passou na seleção, mas exige Pix para curso em conta de pessoa física antes do contrato.
Por quê: A cobrança externa condicionando a contratação é suspeita.
Sinal: Pagar para garantir emprego.
O que fazer: Procure o RH pelo contato oficial e não pague.
Referência: Febraban — Golpe da falsa venda ↗
Reservar o arremateLeilões
Um 'leiloeiro' cobra Pix urgente para CPF de terceiro, mas a cobrança não consta do edital oficial que você consultou.
Por quê: Cobrança divergente das condições verificadas é suspeita.
Sinal: Pix para terceiro não previsto no edital.
O que fazer: Verifique com leiloeiro por canal independente.
Referência: Febraban — Golpe do falso leilão ↗
Primeiro anúncio do buscadorImpostos
Você pesquisa a Receita, clica num anúncio com domínio privado e a página cobra Pix para consultar CPF.
Por quê: Resultados de busca podem apontar para páginas falsas.
Sinal: Site não oficial e cobrança por Pix.
O que fazer: Digite gov.br/receitafederal diretamente.
Referência: Receita Federal — Pesquisa em sites de busca: posso confiar? ↗
A entrevista da empresaEmprego
Você se candidatou no site oficial de uma empresa. O recrutador confirma a entrevista por um e-mail corporativo verificável e ninguém exige pagamento, curso ou Pix para participar.
Por quê: Uma etapa de seleção confirmada por você na empresa, sem taxas ou promessas de contratação condicionadas a depósito, é uma situação legítima no contexto descrito.
Sinal: Vaga confirmada no canal oficial e nenhuma cobrança antecipada.
O que fazer: Confirme o processo seletivo por um contato oficial independente e nunca pague para reservar vaga.
Referência: Polícia Civil de Mato Grosso do Sul — Alerta: golpe de falsa vaga de trabalho ↗
Simulação de empréstimo no bancoCrédito
Você abriu voluntariamente o aplicativo oficial do seu banco e simulou um empréstimo. O app mostra juros, parcelas e custo total, sem pedir Pix para liberar a proposta.
Por quê: Consultar condições de crédito no canal oficial, sem cobrança externa para liberar dinheiro, não é por si só golpe. Isso não significa que tomar o empréstimo seja vantajoso.
Sinal: Simulação iniciada por você no app autêntico, com condições visíveis e sem depósito antecipado.
O que fazer: Compare o custo total e desconfie de qualquer adiantamento exigido fora do banco.
Referência: Febraban — Golpe do falso empréstimo ↗
A oferta que mostra os riscosInvestimentos
Você entra por conta própria no aplicativo oficial de sua instituição e lê condições e riscos de um investimento. Ninguém promete lucro extraordinário nem pede transferência para uma conta pessoal.
Por quê: Consultar uma aplicação no canal da instituição, com condições verificáveis e sem promessa de lucro milagroso, é diferente de responder a um falso investimento recebido por mensagem.
Sinal: Consulta iniciada no app oficial e ausência de retorno garantido irreal ou depósito a terceiro.
O que fazer: Avalie riscos, liquidez e a instituição antes de decidir investir.
Referência: Febraban — Golpe do falso investimento ↗
Você conferiu o edital antesLeilões
Você acessa por conta própria o site oficial de um leiloeiro, consulta o edital e as regras de pagamento, e verifica os dados da organização em fontes independentes. Ninguém pede Pix por WhatsApp para reservar o lote.
Por quê: Ler um edital e conferir os dados diretamente em canais oficiais são medidas normais de avaliação de um leilão. O card não afirma que um arremate ou pagamento já foi feito.
Sinal: Consulta ao edital e aos dados do organizador por iniciativa própria, sem cobrança paralela.
O que fazer: Verifique habilitação, condições do edital e dados bancários antes de qualquer lance ou pagamento.
Referência: Febraban — Golpe do falso leilão ↗
Consulta fiscal no portal oficialImpostos
Você digita por conta própria o endereço oficial da Receita Federal no gov.br, entra na área de serviços autenticada e consulta sua situação fiscal. Não há cobrança por Pix em um domínio particular.
Por quê: Consultar sua situação num serviço oficial acessado diretamente é diferente de pagar por uma página que imita a Receita num anúncio.
Sinal: Domínio governamental verificado e consulta iniciada diretamente por você.
O que fazer: Digite o endereço oficial e confirme que está no portal verdadeiro antes de informar dados.
Referência: Receita Federal — Pesquisa em sites de busca: posso confiar? ↗
Ganhe curtindo vídeosEmprego
Uma pessoa oferece tarefas simples por mensagem e exige depósito para desbloquear o próximo nível de ganhos antes de sacar o saldo exibido.
Por quê: A obrigação de depositar para conseguir receber supostos ganhos é incompatível com emprego legítimo.
Sinal: Depósito antecipado para liberar remuneração virtual.
O que fazer: Pare os pagamentos e procure vagas em canais verificáveis.
Referência: Polícia Civil do MS — Golpe da falsa vaga de emprego ↗
Aluguel abaixo do mercadoMoradia
Um anúncio de apartamento barato exige sinal Pix antes de qualquer visita e o recebedor não é proprietário nem imobiliária identificada.
Por quê: Depósito para imóvel não verificado pode indicar falso aluguel.
Sinal: Beneficiário e imóvel não confirmados antes da reserva.
O que fazer: Visite e valide titularidade e intermediário antes de transferir.
Referência: Polícia Civil do Paraná — Falso aluguel: como evitar ↗
Rentabilidade fixa por indicaçãoInvestimentos
Um grupo promete 6% por semana sem risco e bônus para quem trouxer amigos, mas não oferece registro ou documentação verificável do produto.
Por quê: Garantia de rendimento improvável e incentivo à captação de novos participantes são sinais de fraude.
Sinal: Ganho garantido e bônus por recrutamento.
O que fazer: Verifique instituição e riscos antes de qualquer aporte.
Referência: Febraban — Golpe do investimento falso ↗
IOF antes do empréstimoCrédito
Um anunciante libera crédito por mensagem, mas exige pagamento de IOF por Pix a pessoa física antes de enviar o contrato ou depositar o empréstimo.
Por quê: Cobrança antecipada a terceiro não corresponde a um procedimento bancário confiável.
Sinal: Pix antecipado para liberar suposto empréstimo.
O que fazer: Consulte a instituição por seu aplicativo ou site oficial.
Referência: Febraban — Golpe do falso empréstimo ↗
Auxílio liberado com uma taxaImpostos
Um perfil usando símbolos da Defesa Civil promete verba pública, mas pede Pix para aprovar a liberação de recursos. Não há processo oficial identificado.
Por quê: O órgão não cobra Pix para analisar ou liberar recursos.
Sinal: Taxa pessoal para autorização de verba governamental.
O que fazer: Não transfira; confira a informação diretamente no órgão.
Referência: Ministério da Integração — Falsa cobrança para liberação de recursos ↗
A entrevista está confirmadaEmprego
Você se candidatou pelo site da empresa, recebeu e-mail do domínio corporativo e confirmou a entrevista dentro do portal oficial, sem custo de inscrição.
Por quê: Processo recrutamento confirmado pelo canal de origem, sem pagamento antecipado.
Sinal: Candidatura rastreável e sem exigência de depósito.
O que fazer: Confira a identificação do recrutador ao chegar.
Referência: Polícia Civil do MS — Golpe da falsa vaga de emprego ↗
Locação após visitaMoradia
Você visita pessoalmente o imóvel, confere documento do proprietário e contrato com a imobiliária. A caução prevista é paga ao destinatário contratado.
Por quê: Caução contratual documentada, após conferência, não equivale a um Pix aleatório para anúncio desconhecido.
Sinal: Visita, contrato e recebedor verificados.
O que fazer: Guarde documentação e comprovantes.
Referência: Polícia Civil do Paraná — Falso aluguel: como evitar ↗
Aplicação com riscos clarosInvestimentos
Você entra no aplicativo da corretora em que já possui conta e lê prazo, taxas, riscos e ausência de garantia antes de investir voluntariamente.
Por quê: Investimento com riscos transparentes no canal da instituição é diferente de promessa de retorno garantido.
Sinal: Documentos e riscos visíveis no app autenticado.
O que fazer: Diversifique e não confunda investimento com garantia de lucro.
Referência: Febraban — Golpe do investimento falso ↗
Simulação sem taxa surpresaCrédito
Você abre o app do seu banco e simula empréstimo; CET, parcelas e valores aparecem no contrato digital, sem pedido de Pix a terceiro.
Por quê: Simulação oficial com custos apresentados não é fraude apenas por envolver crédito.
Sinal: CET exibido em contrato do próprio banco.
O que fazer: Leia condições e compare ofertas antes de contratar.
Referência: Febraban — Golpe da falsa central de atendimento ↗
Consulta de auxílio no portalImpostos
Você acessa por conta própria uma página oficial sobre programa de apoio e encontra critérios, prazos e formulário regular, sem promessa de liberação imediata por Pix.
Por quê: Informações em canais oficiais com trâmite formal são diferentes de cobranças urgentes por mensagem.
Sinal: Regras publicadas e nenhuma taxa de desbloqueio.
O que fazer: Confirme elegibilidade antes de fornecer informações.
Referência: Ministério da Integração — Falsa cobrança para liberação de recursos ↗
Créditos e limites
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